Biologia e evolução das cobras

Muito antes de os seres humanos e outros mamíferos evoluírem, os répteis já se difundiam pelo mundo, exceto nas regiões mais frias.

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Uma serpente de árvore. Pixabay/Domínio Público.

As cobras são um grupo de répteis muito bem-sucedido que colonizou quase todos os habitats desde o seu surgimento.

Biologia das cobras


As cobras têm certas características comuns que tornam sua biologia peculiar. Perderam todos os membros, e seus corpos longos e cilíndricos têm limitações. Todas as cobras dependem em maior ou menor grau do calor do sol para manter sua temperatura, incubar seus ovos e criar filhotes.
Embora certas espécies sejam bem regionais, algumas tenham rituais de acasalamento elaborados e outros hibernem em comunidades, as cobras em geral não têm comportamento social como outros grupos de animais.

Fósseis de cobras


Os mais antigos fósseis identificados de cobras foram encontrados em rochas de 130 milhões de anos no Saara, no norte da África. O maior fóssil de cobra descoberto foi o de uma píton extinta no Egito, com cerca de 18 metros de comprimento.

A maioria dos fósseis é de criaturas marinhas. Como a maioria das cobras vive na terra, poucas foram preservadas como fósseis.

Evolução das cobras


Há poucas dúvidas de que as cobras evoluíram de lagartos com algumas formas de transição surgindo no período Cretáceo - a grande era dos dinossauros. Só após o fim dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de ano, as cobras começaram a se diversificar e até hoje ainda evoluem.

Em termos geológicos, as cobras ainda são um grupo novo, com aproximadamente 2.700 espécies no mundo.

Para finalizar veja um vídeo do canal BláBláLogia, sobre COMO AS COBRAS PERDERAM AS PERNAS? - SlowNews 9:


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